quinta-feira, 25 de agosto de 2011

A Represa!, Capitólio\MG - 24/jun/2011

Ladies and gentlemen, segue agora o testemunho de um dos lugares mais belos já visitados pelos Pintassilgos na Lavadoura!
E com um importante detalhe: um lugar cuja beleza, em grande parte, deve-se às mãos humanas! A região da Represa de Furnas, MG.

Represa de Furnas

"No dia 9 de Janeiro de 1963 o túnel que desviou o curso do Rio Grande para a construção da Usina de Furnas foi fechado, e as águas que formaram um dos maiores reservatórios não naturais do mundo criaram praias, inundaram cânions e vilarejos e mudaram para sempre a história dos 34 municípios que ficam ao longo dos 1440km2 de extensão do Lago de Furnas."


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

À casa do papagaio foram os pintassilgos... - Aiuruoca, 15 e 16/jul/2011

… e lá foram muito bem recebidos. Aiuruoca, ou casa do papagaio, em tupi (aiuru = papagaio e oca = casa), é uma cidadezinha situada no sul de Minas Gerais, a aproximadamente 360km de Belo Horizonte, e também destino mais recente das aventuras de inverno dos pintassilgos. A singela cidade, repleta de belezas naturais e gente simples e acolhedora não faz parte dos principais roteiros de ecoturismo do país, o que se deve em grande parte à falta de divulgação da cidade e seus arredores, e também a um melhor plano de manutenção de suas estradas, que estão em situação de ruim para péssima, na avaliação dos pintassilgos (e veja que estamos no inverno, época em que as estradas estão em melhor estado).

Cachoeira dos Garcias

A trupe da vez foi composta pelos pintassilgos Lucas e Bertozzi, além de três novos membros: na foto acima, além da maravilhosa e absolutamente congelante cachoeira dos Garcias, temos, da esquerda para a direita: Heraldinho, Bruna e a nossa valente menina-veneno, Dani.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Ilha Grande - Abr/2011

Segue agora um dos voos mais magníficos já feito pelos Pintassilgos: Ilha Grande/RJ. Uma ilha que guarda algumas das paisagens e praias mais bonitas do litoral brasileiro! 

Entrada de Lopes Mendes
Primeiramente, apresentamos o bando, que dessa vez teve o acréscimo de dois membros. Da esquerda para direita:
Jackie, Lívia, Guilherme, Lucas e Dhiapa. Sendo Lívia irmã do Guilherme, e Jackie amiga de Lívia. A praia do fundo é a famosa Lopes Mendes, que será mais detalhada adiante.



domingo, 27 de março de 2011

2ª Etapa do Circuito Mineiro de Trekking 2011 - Sabará

Vista no meio da trilha
O dia 13 de fevereiro marcou a segunda etapa do Circuito Mineiro de Trekking 2011, realizada na cidade de Sabará, no bairro Nações Unidas, bem pertinho de BH. Os destaques dessa etapa ficaram por conta da estréia da vestimenta de guerra dos Pintassilgos na competição e da prova especial da etapa, que foi um rapel!

sábado, 19 de março de 2011

Cachoeiras da Caverna, do Gavião e do Tombador - Serra do Cipó

Cachoeira do Tombador (queda de cima)
Bom, como prometido há 6 meses atrás, irei relatar o voo dos Pintassilgos às Cachoeiras do Gavião, da Caverna e do Tombador, sendo as últimas, duas das minhas cachoeiras preferidas da Serra do Cipó!

sexta-feira, 4 de março de 2011

A Mística Cidade das Pedras, São Thomé das Letras 10/fev/2011


Pirâmide de São Thomé das Letras, ao pôr-do-sol

São Thomé das Letras, a cidade mística, fica no topo de uma montanha de pedra, na Serra da Mantiqueira e está a 1444 metros do nível do mar. O lugar, onde há grande extração de minério, é quase todo revestido de pedras de quartzito, sejam ruas, passeios ou casas. São Thomé possui magníficas grutas, cachoeiras, cavernas sem fim e ladeiras onde carros sobem sozinhos.

Astrólogos dizem que a região é um ponto de convergência de energias, além de haver diversos relatos sobre aparecimentos de duendes, fadas, gnomos, bruxas, OVNIS e outros tantos seres estranhos a nós. Vale a pena conhecer esse lugar repleto de maravilhas e mistérios.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

O paraíso das cachoeiras (1º dia) - Carrancas, 08/fev/2011

Praça da cidade
Carrancas é uma cidadezinha do sul de Minas Gerais. Ela tem aproximadamente três mil habitantes e fica a 270 km de BH. Quem conhece a cidade e seus arredores sabe a que o título de 'paraíso das cachoeiras' se refere. Carrancas parece ter sido agraciada pelos deuses das cachoeiras, pois em todo canto você encontra uma queda d'água. E o atrativo não está somente na quantidade de cachoeiras ou nos maravilhosos tons de verde e/ou azul de suas águas, mas também na beleza de cada cachoeira. Mesmo depois de ver e sentir cinco ou dez cachoeiras do local, a próxima está sempre pronta para nos encantar. Impressionante!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Juquinha e Cachoeira da Capivara - Serra do Cipó, 30/01/2010

Serra do Cipó. Só pra variar. Sim, para variar fomos visitar o quintal dos belorizontinos.

E dessa vez foi diferente. Diferente porque adentramos território particular em busca de uma cachoeira 'interditada', dita uma das mais bonitas de toda a Serra, e de lá fomos enxotados.

Chegamos à Serra do Cipó bem cedo, fizemos nossa parada habitual na padaria, e seguimos rumo ao destino do dia: Cachoeira da Capivara, tão maravilhosa como interditada. Fechada à visitação do público 3 anos atrás por uma empresa ótima e super legal, que não nos priva de nada com sua ação, uma tal de Cedro Cachoeiras. Cedro CACHOEIRAS. Irônico, não?

Para se chegar até a cachoeira deve-se seguir na MG-010, saindo de BH. Do camping da ACM, seguir por mais 18 km, até se avistar a estátua do Juquinha à esquerda. A estrada da ACM até o Juquinha tem, em alguns pontos, mirantes e paisagens muito bonitas.

Juquinha

O Juquinha era um andarilho que vivia na região da Serra do Cipó. Era sempre visto trocando suas flores e plantas com viajantes por quaisquer utensílios trazidos por eles. Após a sua morte, foi imortalizado pelas prefeituras dos municípios locais com uma estátua (usando seu chapéu e sua calça pega-frango), colocada em um ponto em que se tem uma vista bastante interessante das montanhas ao redor. Há um bar ao lado da estátua, em que se pode tomar garapa ou uma água de coco.

Depois de cumprimentar o Juca, passamos no bar para nos informar sobre a cachoeira. O dono do bar prontamente nos informou que a empresa que é dona do território costuma contratar jagunços para que vigiem a cachoeira, não deixando ninguém entrar. Ainda assim não desanimamos e seguimos em frente.

A entrada da cachoeira fica alguns metros depois do Juquinha, na mesma MG-010, também à esquerda. Existe uma placa indicando a entrada, avisando que a cachoeira está interditada, como se dissesse: "Olha! É aqui que entra, viu? Mas num pode entrar não, tá?"

Início da trilha

Paramos o carro em frente à entrada e começamos a andar. A trilha é fácil de se seguir, o único ponto em que tivemos dificuldade foi logo no início, quando nos deparamos com uma cerca de arame farpado. Nesse ponto, não deve-se pular a cerca, e sim seguir à direita, margeando a cerca, até que se encontre uma trilha, o que acontece pouco depois. No caminho existe mais uma placa de 'cachoeira interditada' e duas cercas de arame farpado para se atravessar, mas nada impossível.


Paisagens da trilha

Após mais ou menos 45 minutos de caminhada, chegamos até a majestosa Cachoeira da Capivara. Chega-se à cachoeira pela parte de cima, onde há um poço de tamanho médio-grande, e uma grande queda, porém essa queda não cai direto na água, e sim nas pedras. Olhando-se para a esquerda, é possível ver o poço da queda debaixo, simplesmente ENORME, o maior poço de cachoeira já visto por nós, realmente impressionante.

cachu de longe

cachu de perto

Aproveitamos a parte de cima da cachoeira na parte da manhã e à tarde tentamos chegar à queda inferior. Descer pelas pedras, junto à queda, não parecia possível, e acabamos desistindo após conseguir uma foto da queda de baixo. Voltamos e tentamos dar a volta pelo lado em que chegamos à cachoeira, mas, no meio do caminho, fomos surpreendidos pelos jagunços, que nos disseram que não poderíamos permanecer ali.

A frustração por não aproveitar a queda debaixo e seu enorme poço foi grande, mas um dia voltaremos (o dono do bar disse que os vigias não costumam trabalhar em dias de semana)!

Poço e queda inferiores

Abraços!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

O manto

Após intensas pesquisas no mundo da moda, aprovação de diversos estilistas internacionais e o desenvolvimento de uma logomarca para os pintassilgos, ontem, dia 01/12/2011, nosso maravilhoso manto amarelo saiu do forno.

Frente

Trás
Para quem tiver interesse na confecção de camisas, recomendamos o Francisco da Fatto Malhas, que fica no Savannah Mall, na rua Araguari, 359, bairro Barro Preto.

Já para quem tiver interesse na criação de logomarcas, favor entrar em contato comigo.

O próximo trekking que nos aguarde. Com esse uniforme, 'nós vamo se consagrar'!

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

1ª Etapa do Circuito Mineiro de Trekking 2011 - Belo Horizonte

Rua da Bahia
Voar em casa não é tarefa das mais fáceis. Esse é o ensinamento aprendido pelos pintassilgos com mais essa etapa do Circuito Mineiro de Trekking. Voando sobre o seu próprio terreno, a nossa majestosa Bêagá, os Pintassilgos na Lavadoura conseguiram um resultado, no máximo, decepcionante. A etapa de BH marcou o início da competição em 2011, a primeira prova da Raíssa como pintassilga e, além disso, a estréia dos pintassilgos na categoria Trekkers, alcançando apenas a nona colocação, de um total de 15 equipes.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Milho Verde e Capivari - 11/jan/2011

2011 se inicia e os pintassilgos dão seu primeiro vôo sobre as cachoeiras de Milho Verde e Capivari, ambas distritos da cidade de Serro, localizada na região central de Minas. O Arraial de Serro Frio foi, no auge do ciclo do ouro, importante centro de exploração de ouro na região e mais tarde de diamantes com a descoberta de jazidas nas regiões de Milho Verde e Diamantina.

Como antiga rota de tropeiros o município de Serro ainda oferece a deliciosa comida mineira mas também a precariedade de suas estradas que parecem pouco ter mudado desde o Brasil colônia. Saindo de Belo Horizonte pela MG-010 são 188 Km de distância sendo que 60 deles de terra, da simpática Conceição do Mato Dentro até Serro.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Travessão e Cachoeira do Paiol - Serra do Cipó, 08 e 09/dez/2010

A idéia inicial do passeio era realizar a travessia Travessão - Lagoa Dourada, passando pela cachoeira Braúnas, mas como nem tudo, ou melhor, quase nada correu como o esperado, acabamos deixando a travessia para uma próxima oportunidade, e nos contentamos em conhecer apenas o Travessão e a Cachoeira do Paiol.

Deixamos o carro na Pousada Duas Pontes (R$7,00 por dia de estacionamento), situada no km 112 da MG010, e começamos nossa empreitada por volta das oito horas. A trilha começa logo em frente à pousada, do outro lado da rodovia, onde deve-se pular uma porteira trancada, ou passar por uma cerca de arame. Sempre é bom lembrar que acampar no Parque Nacional da Serra do Cipó é proibido, portanto cuidado com o IBAMA, que possui agentes fiscalizando as redondezas.

A trilha é bem demarcada, com pedrinhas brancas no chão, porém não é sinalizada. O trajeto, até o Travessão, é composto de muitas subidas e descidas, muito diferente das trilhas para as cachoeiras Andorinhas, Gavião e Farofa, por exemplo, o que faz dela uma caminhada mais pesada, especialmente com mochilas de carga nas costas. Apesar de termos usado dois dias, a visita ao Travessão pode ser feita em um só dia, visto que a distância do início da trilha até o Travessão é de aproximadamente 10 km.

Início da trilha

A vegetação é sempre baixa, não proporcionando sombra alguma durante todo o trajeto, portanto o uso de protetor solar se faz bastante necessário. O início do caminho se dá em campo aberto, com algumas subidas íngremes, e uma descida longa até a floresta de samambaias, onde existe um ponto de água.

Floresta de samambaias

Dentro da floresta a trilha parecia ter sido cuidada há pouco tempo, pois as samambaias não atrapalharam nossa passagem, apesar de ser visível o crescimento de novas samambaias, fazendo com que a trilha, em breve, fique mais fechada. Algum tempo após deixarmos a floresta de samambaias, chegamos à Cachoeira do Paiol, que possui duas quedas principais, a de baixo quase sem poço, e a de cima, uma  japanese garden waterfall level 1, que tem um poço mais fundo e maior, mas ainda pequeno.

Cachoeira do Paiol

Queda superior

Uma boa dica é se sentar sobre as pedras da queda de cima, que não são muito escorregadias, e curtir a água caindo na cabeça. Depois da cachoeira, subimos mais um pouco e chegamos até umas pedras, onde deveriam estar pinturas rupestres, mas não as encontramos. Partindo dali, iniciamos uma descida bastante extensa rumo ao Travessão.

Descida até o Travessão

Quase ao fim da descida, a trilha encontra um rio, e continua depois de atravessá-lo. CUIDADO. Não atravesse o rio para continuar a trilha, que foi o que nós fizemos. Se você atravessar o rio, terá que descer um morro com inclinação quase zero, tarefa muito difícil com uma mochila pesada nas costas, especialmente em época de chuva, pois o morro fica lamacento e muito escorregadio. Ao chegar ao rio, a trilha correta fica um pouco escondida, atrás de algumas árvores, à esquerda de quem desce.

Em seguida, descendo a trilha perigosa ou não, você chegará ao mirante do Travessão. Para quem não conhece, o Vale do Travessão é um monumental vale que divide as bacias do Rio São Francisco e do Rio Doce. Deixo vocês com imagens desse lugar espetacular:


Mirante do Vale do Travessão

Para os bons observadores, o poço no meio do vale (visível com um zoom nas fotos) é o Poço dos Andorinhões, que entrou na nossa lista de lugares a conhecer após uma tentativa frustrada de alcançá-lo no segundo dia. O poço é cercado por alguns quilômetros de mata fechada, e faz-se necessário o uso de um facão.

Saindo do Travessão, seguimos ao sul até encontrarmos um bom lugar para montar a barraca. Acabamos escolhendo um péssimo lugar, pois montamos a barraca em um lugar muito alto, que venta muito. Sofremos com essa decisão logo em seguida, quando, assim que nos afastamos da barraca para buscar água, fomos surpreendidos por uma tempestade e tivemos que voltar correndo para a barraca. Resultado: ensopamos o interior da barraca e ficamos tentando impedir o vôo da mesma, porque a tempestade não parecia disposta a deixar a barraca conosco. Apesar de tudo isso, as rezas pareceram surtir efeito, visto que não morremos eletrocutados e a barraca ainda ficou inteira.

Sobrevivente

No dia seguinte, acordamos cedo para tentar um ataque ao Poço dos Andorinhões, mas chegamos à conclusão de que não teríamos tempo suficiente para chegar até lá, o que nos fez desistir, após termos descido por aproximadamente uma hora dentro da mata que leva até o poço, a partir do mirante do Travessão.

A volta foi tranquila, pegamos chuva somente nos últimos três quilômetros, mas nada que as capas de chuva não dessem conta. Mais uma vez fomos agraciados com um enorme arco-íris, cujo início estava bem perto de onde nós estávamos (se não estivéssemos tão cansados, teríamos procurado pelo pote de ouro).

Arco-íris

Porteira de início/final da trilha

Abraços!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

12ª Etapa do Circuito Mineiro de Trekking 2010 - Serra do Rola-Moça

E foi dado o primeiro vôo. Não o primeiro de todos. Mas o primeiro até o ponto mais alto do pódio. Aleluia! Os pintassilgos venceram uma etapa! E não foi uma vitória qualquer, pois ainda levamos, de lambuja, a vitória  no Mr./Mrs. Passo da etapa, e o troféu de vencedores do segundo semestre na categoria Novatos.

Vitória!

Visto que nada vem de graça, tivemos várias pedras e buracos (literalmente) no caminho que levou à nossa primeira vitória, muitos dos quais não conseguimos ver por causa do escuro, o que causou algumas quedas inesperadas (só eu caí umas 5 vezes). Ao menos alguém se divertiu com as quedas, como a moça do resgate, que ficava em frente a uma vala e gentilmente notificava os participantes da existência da mesma. Após eles se esborracharem no chão, é claro (a vala vitimou a mim e ao Pimenta). Isso sem falar no Dhiapa, que adorou fazer piadas sobre as minhas quedas e o nome do parque (queda, rola, moça, entendeu? hehehe).

Neutral

Após um início ruim, em que ficamos sem encontrar referência alguma por vários minutos, nós acabamos conseguindo uma melhora na prova, que foi muito exigente, tanto fisicamente quanto "navegaçãomente", com o perdão da palavra inventada. Tivemos vários trechos de subida bastante íngreme, mas pudemos amenizar o cansaço com a visão da nossa querida BH brilhando na escuridão, servindo como um plano de fundo para a nossa caminhada. A trilha passou por vários mirantes que dão uma vista muito bonita da cidade à noite, destaque para o Mirante das Pedras, que proporciona uma vista bem legal.

A foto melhorzinha que conseguimos tirar de BH

O Parque Estadual da Serra do Rola-Moça fica pertinho de Belo Horizonte, da Savassi são aproximadamente 25km até a portaria do parque. Para chegar até lá, é só pegar a BR 040, sentido RJ, entrar à direita no posto Chefão, pegar a segunda rua à direita e seguir até a portaria. De ônibus, deve-se pegar o 0010, cujo ponto final se localiza na entrada do parque.

O lugar é muito bonito e possui vários mirantes bastante interessantes, de onde podemos ver a cidade de Belo Horizonte ao fundo. A visitação está restrita ao dia, não sendo permitida a entrada a partir das 17h.

Para quem está curioso quanto ao nome do parque, ele vem de um "causo", imortalizado por Mário de Andrade em um poema. O poema conta a história de um casal que, logo após a cerimônia de casamento, cruzava a Serra de volta para casa, quando o cavalo da moça escorregou no cascalho e caiu no fundo do grotão. O marido, desesperado, esporou seu cavalo ribanceira abaixo e, "a Serra do Rola-Moça, Rola-Moça se chamou".


Considerações importantes:
  • Primeira participação do Dhiapa, volte sempre!
  • Não tivemos melancia no neutral, o que é um absurdo. Gostaria de, por meio deste, demonstrar à organização a minha insatisfação com este fato.
  • Boa viagem, Bernardo!
  • Guilherme e Henrique não brigaram.
  • Guilherme reclamou o tempo inteiro.
  • Bernardo fez amizade com a galera do cachorro quente.


Escuridão

Ano que vem os Pintassilgos na Lavadoura disputarão o Circuito Mineiro de Trekking na categoria Trekkers. Novos desafios virão!


Dados da prova (Categoria Novatos):
Local: Parque Estadual da Serra do Rola-Moça
Etapa: 12/2010
Horário: Noturna
Distância Total: 7309m
Tempo de prova: 2h35m
Brinde da etapa: garrafa de alumínio
Nossos pontos: 5947
Classificação/Geral: 1º
Classificação/Passo: 1º
Número de equipes participantes: 7

Abraços!

domingo, 21 de novembro de 2010

Serra do Cipó - 20/nov/2010

Neste sábado, após uma semana de chuva constante e de previsão de chuva também para o fim de semana, o sol resolveu reaparecer e dar aos Pintassilgos na Lavadoura a oportunidade de trilhar uma rota clássica da Serra do Cipó: Cachoeira Andorinhas - Cachoeira Gavião.

Acesso: Portaria 2 do Parque Nacional da Serra do Cipó (chegando à Serra do Cipó, vire à direita na segunda rotatória e siga reto, a portaria está pouco depois da Pousada Fazenda do Engenho).
Preço: R$6,00 por pessoa para entrar no parque. Nesse dia não tinha ninguém na portaria, portanto não pagamos.
Tempo: 1 dia
Perfil: trilha leve pouco sinalizada/ margem de rio rochosa
Distância: Portaria 2 - Cachoeira Andorinhas: aprox. 6,5 Km
Cachoeira Andorinhas - Cachoeira Gavião: aprox. 1 Km

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O início da fama

Vamos dominar o mundo! hahahaha

A começar pela matéria de capa do caderno de esportes do Estado de Minas do dia de hoje (19/11/2010), que é sobre os pintassilgos.
Saca só (para ver a imagem em tamanho real, favor clicar sobre ela):

Matéria do EM sobre os Pintassilgos na Lavadoura

Vocês podem perceber que a matéria menciona outras coisas, como a próxima e última prova do circuito no ano, o andamento da classificação em todas as categorias e outras informações de menor importância. Ainda assim, o foco da matéria é, claramente, a equipe Pintassilgos na Lavadoura. Isto pode ser percebido pela marcação feita pelos editores do jornal, com as palavras "Aqui ó" e uma seta apontando para o nome da equipe pintassilga. O texto ainda enfatiza a grande vantagem dos pintassilgos sobre o segundo colocado da categoria.

Obrigado Ivan Drummond, pelo apoio ao esporte.

Abraços!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

10ª Etapa do Circuito Mineiro de Trekking 2010 - Cordisburgo

Madrugada. Como é bom acordar às 4h30 da madruga e botar o pé na estrada. Quando você acorda, é de praxe amaldiçoar a anta que deu a idéia de sair nesse horário desumano (o problema é quando a anta é você mesmo), mas quando você pega a estrada, vazia por causa do horário, dá uma sensação muito boa de liberdade, com o sol nascendo pra te dar as boas-vindas ao novo dia. Nessa hora, nem que seja por um momento, eu sempre tenho a impressão de que o mundo é meu, e eu posso viajar o quanto quiser, indo aonde desejar.

Cálculos pré-prova

E assim foi no dia 17/10, quando os pintassilgos (Eu, Bernardo e Guilherme) madrugaram e partiram rumo à pequena cidade de Cordisburgo, a 120 km de Belo Horizonte, com os ânimos em alta, devido ao segundo lugar alcançado na etapa de setembro.

Cordisburgo é uma cidadezinha de aproximadamente 10.000 habitantes, terra natal do famoso escritor Guimarães Rosa e cidade mais próxima da exuberante Gruta de Maquiné. Desses dois atrativos não conhecemos nada, pois não conseguimos viajar no dia anterior para aproveitar a cidade com calma. Apesar disso, pudemos admirar o "Zoológico de Pedra" de Cordisburgo, que nada mais é do que vários animais de pedra (inclusive dinossauros) espalhados pela cidade. Quem estiver de passagem pela cidade passará por alguns desses animais, e vale a parada para uma foto. 

Zoológico de Pedra - dinossauro

Além dos animais do "Zoo de Pedra", encontramos também um elefante, com uma faixa escrito "Elefante Casa Moradia". Não entendemos bem o que seria esse elefante, mas parecia realmente uma casa em formato de elefante! Imaginem só que legal morar num elefante! hahaha Muito criativo, parabéns ao escultor Stamar!

Elefante Casa Moradia

Já falando da prova do dia, a trilha foi bastante interessante, apesar de curta. A sede da etapa foi um hotel fazenda chamado Arraial do Conto, portanto não tivemos nenhuma parte urbana nessa etapa, apenas trilhas mesmo. Esta foi a etapa mais molhada que nós já participamos, pois tivemos que andar um tanto razoável dentro de um rio em duas partes da trilha, com água quase até o joelho, sem contar o fato de que um dos PCs da prova estava no meio do rio. É claro que o Guilherme ficou com frescura e não entrou no rio pra não molhar as unhas.

Neutral no meio da trilha

Além dos rios, tivemos também uma parte da trilha passando por uma plantação de eucaliptos. A vista do meio da plantação era muito bonita, isso sem falar daquele cheirinho de eucalipto por todo o caminho, muito legal.

Plantação de eucaliptos

Apesar da melhora dos "Pintassilgos na Lavadoura", mais uma vez cometemos falhas bobas, como erros de conta e de caminho, além de termos esquecido de somar o trecho inteiro em um PC virtual, o que nos custou a possibilidade de brigar pelo Mr./Mrs. Passo. Acabamos subindo ao pódio, mas apenas em terceiro lugar, com as Minhocas em segundo e a equipe Sem Rumo com a primeira colocação.

Dados da prova (Categoria Novatos):
Cidade: Cordisburgo
Etapa: 10/2010
Horário: Diurna
Distância Total:
Tempo de prova: 3h14m
Brinde da etapa: garrafa d'água
Prova especial: acertar o peso total da equipe
Nossos pontos: 2508
Classificação/Geral:
Classificação/Passo:
Número de equipes participantes: 9

Abraços!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

"Também quero praticar trekking!"

Boa noite!

Esse post é para aquelas pessoas que leram sobre o trekking aqui e se interessaram pelo esporte, mas não entenderam exatamente do que se trata.

O trekking de regularidade, ou enduro a pé, é uma modalidade esportiva em que uma equipe, composta por 3 a 6 pessoas, deve percorrer um determinado caminho em um determinado tempo, andando. A competição se baseia na orientação e na regularidade. Não se trata de uma corrida, pois não adianta chegar primeiro ao final da prova, e sim chegar no tempo certo, passando pelos vários PCs (Postos de Controle, que controlam o tempo em que a equipe passa pelos vários trechos do percurso) no tempo certo, nem antes nem depois.

Em Minas Gerais existem dois grandes circuitos de trekking, o circuito da Iron Adventure (www.ironadventure.com.br/trekkingbh) e o da Minas Trekking (www.minastrekking.com.br), circuito que nós participamos. Cada circuito é composto de 12 provas por ano, sendo uma em cada mês, e cada mês em uma cidade diferente.




Para quem se interessou em participar, os equipamentos básicos para uma equipe participar do trekking são uma bússola de régua e um contador de passos. Uma boa bússola pode ser encontrada por R$20 nas lojas da Serra Adventure, presente nos principais shoppings de BH, e o contador de passos pode ser adquirido por R$15 na loja Ferramix, localizada na Av. Nossa Senhora do Carmo, próxima ao supermercado  Verdemar. Para quem não quiser adquirir esses itens logo de cara, a organização do circuito empresta a bússola e o contador de passos às equipes novatas, em um número limitado, é claro.

Bússola de régua



Contador de passos

O trekking de regularidade é muito divertido, não importa se você participe pela competição, para curtir a natureza, para conhecer novos lugares e pessoas ou simplesmente para arrumar um motivo para viajar todos os meses. Se você curte natureza, trilhas e viagens, há um prato cheio esperando por você. Nós nos apaixonamos pelo esporte, e não faltamos a uma etapa desde que começamos a nos aventurar pelos cantos da nossa Minas Gerais.

Para mais informações, vocês podem acessar os sites dos circuitos.

Abraços!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

11ª Etapa do Circuito Mineiro de Trekking 2010 - Congonhas

Sete de Novembro, aniversário do nosso querido pintassilgo Bernardo. Eram 7 da manhã, e após as devidas congratulações pelos seus 21 anos, lá íamos nós (Eu, Bernardo, Henrique, Guilherme e o novo integrante da equipe, Dênis, o pimentinha) em direção à cidade histórica de Congonhas, sede da 11ª etapa do circuito mineiro de trekking, a quarta etapa com a ilustre presença dos 'Pintassilgos na Lavadoura', competindo na categoria Novatos.

O aniversariante

Para nossa surpresa, após dois dias de chuva ininterrupta em Belo Horizonte, chegando a Congonhas, se não tivemos céu aberto, ao menos a temperatura estava agradável e a chuva parecia com preguiça de cair, oferecendo boas condições à nossa empreitada.

Largada na Romaria!

Não deu pra conhecer muito da cidade, visto que chegamos bem em cima da hora do início da prova. Passamos pela Romaria, pelos Passos da Paixão e pelo Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, que é a igreja em que estão os famosos 12 profetas esculpidos por Aleijadinho. A basílica fica num ponto alto da cidade, propiciando uma vista bem legal da cidade, que parece ser uma simpática cidadezinha do interior. Como a prova foi no domingo, assim que o sino da igreja tocou, muita gente já subia o morro para comparecer à missa.

A basílica e os profetas

Agora vamos à prova propriamente dita. A trilha foi bem legalzinha, só não gostei tanto do início, em que andamos pela cidade, pois prefiro quando as trilhas são no meio do mato. Como havia chovido muito no dia anterior, em alguns pontos da trilha estava um barreiro danado, muito escorregadio! A fotógrafa (esqueci o nome dela agora), inclusive, ficou parada ao pé de uma subida enlameada, só esperando que alguém caísse para ela registrar o momento. Pena que no fim da prova era a bunda dela que estava suja de lama. Por que será hein? hahaha. Pra variar um pouco, o Henrique e o Guilherme discutiram bastante durante o percurso, e também para não perder o hábito, as melancias do neutral estavam maravilhosas!

Na trilha

Ao fim da etapa, foi possível notar uma melhora significativa da equipe. Estamos crescendo a cada etapa! Apesar disso, ainda não foi dessa vez que conseguimos nossa primeira vitória. Ficamos com o segundo lugar, mais uma vez com as Minhocas, nossa equipe rival, na nossa frente. Pra compensar, ao menos levamos também o troféu de Mr. Passo, com uma boa diferença do segundo colocado. Aproveitando o espaço, deixo meus parabéns a todas as equipes que alcançaram o pódio, especialmente às Minhocas.

Recebendo os troféus

Dados da prova (Categoria Novatos):
Cidade: Congonhas
Etapa: 11/2010
Horário: Diurna
Distância total: 7320m
Tempo de prova: 3h07m
Brinde da etapa: boné legionário
Prova especial: jogo dos 7 erros
Nossos pontos: 1111
Classificação/Geral:
Classificação/Passo:
Número de equipes participantes: 12

A próxima etapa será nossa primeira participação em uma etapa noturna, então a expectativa está alta! Até lá!

Abraços!